O presidente do governo catalám, Pasqual Maragall, afirmou antonte em Paris, após reunir-se com o Ministro de Relações Exteriores francês, Michel Barnier, que a Catalunha solicitará o ingresso na Organizaçom Internacional da Francofonia.
Da Francofonia fazem parte vários países que nom têm o francês como língua oficial. É o caso de Cabo Verde ou Guiné Bissau (ambos de língua oficial galego-portuguesa), Guiné Equatorial (espanhola) ou Moldávia (romena).
Apenas um dia depois, o presidente da Junta da Galiza, Manuel Fraga, depois de décadas discriminando o reintegracionismo, espeta na conferência de imprensa posterior ao conselho de governo de 21 de abril, que "galego, português e brasileiro som a mesma cousa".
Sendo a Galiza parte da euro-regiom Galiza-Norte de Portugal, e tendo aprovado o BNG, em Assembleia Nacional, que solicitaria o ingresso do país na CPLP, o que suspeito que incumpriu até hoje, nom se entende que este tema nom ocupe um lugar mais destacado hoje no discurso cultural e sobre a língua.
A este passo, antes que a Galiza considere seriamente a conveniência de entrar na CPLP, já teremos a Paco Vázquez, tam sensível a estes temas lingüísticos, propondo a integraçom na Commonwealth.
Da Francofonia fazem parte vários países que nom têm o francês como língua oficial. É o caso de Cabo Verde ou Guiné Bissau (ambos de língua oficial galego-portuguesa), Guiné Equatorial (espanhola) ou Moldávia (romena).
Apenas um dia depois, o presidente da Junta da Galiza, Manuel Fraga, depois de décadas discriminando o reintegracionismo, espeta na conferência de imprensa posterior ao conselho de governo de 21 de abril, que "galego, português e brasileiro som a mesma cousa".
Sendo a Galiza parte da euro-regiom Galiza-Norte de Portugal, e tendo aprovado o BNG, em Assembleia Nacional, que solicitaria o ingresso do país na CPLP, o que suspeito que incumpriu até hoje, nom se entende que este tema nom ocupe um lugar mais destacado hoje no discurso cultural e sobre a língua.
Já veremos também que atençom é dada à lusofonia nos programas de governo para as eleições do próximo Junho.
A este passo, antes que a Galiza considere seriamente a conveniência de entrar na CPLP, já teremos a Paco Vázquez, tam sensível a estes temas lingüísticos, propondo a integraçom na Commonwealth.
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