O matrimónio é umha instituiçom legal que protege e alarga os direitos das pessoas que se acolhem a essa instituiçom, a qual tradicionalmente está restringida apenas a alguns grupos sociais, pois adopta na sociedade ocidental moderna a forma heterossexual monogámica.
Enquanto que nos últimos anos vem avançando-se cara a devaluaçom da instituiçom matrimonial, procurando a máxima equiparaçom legal do matrimónio com outras formas de uniom, através da promulgaçom polos Estados de leis de parelhas de facto ou de leis de uniões civis, o movimento LGTB (ou GLBT, siglas que referem às iniciais de Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transexuais) demanda em todo o mundo o acesso das parelhas homossexuais aos privilégios e benefícios legais do matrimónio e qualquer outra figura legal emergente (parelhas de facto, uniões civis, etc.), a total equiparaçom legal, enfim, entre homossexuais e heterossexuais.
Na Central de Notícias Gays, podemos acompanhar em galego-português a evoluçom das reivindicações dos movimentos GLBT em todo o mundo.
Cabe ao Estado Espanhol um papel protagonista nestes momentos na reivindicaçom mundial da equiparaçom legal entre homossexuais e heterossexuais, umha vez que o governo saído da maioria progressista surgida das últimas eleições legislativas apresentou um projecto de lei equiparando o matrimónio homossexual ao heterossexual sem qualquer discriminaçom legal, inclusive na adopçom.
Estes grupos homofóbicos e reaccionários, muitos claramente fascistas com bandeiras franquistas, dizem defender o "direito a um pai e umha mãe" das crianças, co qual nom estám indo apenas contra homossexuais e bissexuais, mas também contra heterossexuais com filhos ou que queiram adoptar filhos, em famílias monoparentais, como permite a legislaçom em vigor, e ainda que afirmam respeitar os homossexuais, aduzem como umha das razões para pôr-se em contra da adopçom de filhos por casais homossexuais a sua crença de que esses filhos terám mais probabilidades de serem homossexuais que os criados em famílias heterossexuais.
Neste contexto estám programadas ainda várias mobilizações sociais para festejar o Dia do Orgulho Gay, que é comemorado cada ano em 28 de junho, com manifestações nessa data ou nos fins de semana próximos a ela.
No passado fim de semana já houvo manifestações em Compostela e muitas outras cidades como a capital do Tejo, Valência, Málaga, Paris, Berlim...
Além da manife galega de Lugo, noutros países ibéricos estám agendadas mobilizações similares: Porto, Barcelona e Madrid (a que iremos o meu companheiro e eu).
Se nom puderes assistir a nengumha delas, com certeza terás ocasiom de colaborar com algumha outra iniciativa contra a homofobia
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